segunda-feira, 25 de março de 2013

Parque Nacional das Sete Cidades em Piracuruca no Piauí.

 Para ir para o Parque Nacional das Sete Cidades, pegamos estrada boa e ...
 estrada de cascalho, que também não tava ruim.
 Uma das duas entradas do Parque. Esta entrada, fica para o lado de quem vem da cidade de Piracuruca, a outra vai para a cidade de Piripiri. O Parque é lindo e grande!

 Placa na entrada do Parque

 Belas formações rochosas que encontramos no caminho até o centro de visitantes

 Dentro do Parque existe um olho d'água para banho e uma cachoeira para apreciar (que devido a falta de chuvas ela estava seca)

 Foto da cachoeira retirada do facebook do Curiólogo Sete Cidades (linda, não?)


No centro de visitantes tem uma lojinha com arte em madeiras e pedras
 Perfeição
 Interessante (todas fotos do nosso pimpolho)

 Por cinquenta reais, você pode fazer a visita em todas as cidades do Parque (acompanhada(o) com o(a) guia) e por quarenta reais a visita é feita em apenas cinco das sete cidades. A foto de cima é conhecida como tartaruga. Dá para ver porquê, né? Fica a dica: o passeio é imperdível!

 O passeio é feito no seu próprio carro ou alugando bicicletas, em certo pontos você estaciona e segue andando a pé pelas trilhas, descubrindo grandes coisas de bem perto.

Pedra da Cobra. Também parece até um dinossauro pescoçudo deitado e você pode passar em baixo do seu pescoço.
(Veja o que nós imaginamos com esta foto Curiólogo Sete Cidades! Você já tinha pensado nesta possibilidade?)

 Veja que tartaruga lindinha!

 Pelo pescoço do dinossauro

 Vamos subir até o mirante

 Subindo...
 Como diz o Didi Mocó Sonrizal Colesterol: - Que meda! rsrsrs
 Muuuuuuito lindo!  Gente, quando vi a cena, fiquei espantanda, quanta beleza! Quando passamos pelas estradas (inclusive a noite) pensamos: quanta paz! Que estradas boas! Que lugares lindos! Nossa... quanta diferença faz: ver ao vivo de ouvi falar que... ou pensei que...! Olhem, não tenho nada a reclamar do Piauí (ou quase nada), só tenho muito a agradecer e a continuar contemplando este Estado maravilhoso e lindo. Amamos tudo! Obs: quando disse quase nada, me referi apenas ao comércio, que achamos ainda carente de muitas coisas, assim como também sentimos algumas vezes inclusive aqui na nossa grande Fortaleza, quando procuramos algum produto e não encontramos. Até brincamos, quando fomos em várias lanchonetes e padarias, procurando salgados e encontramos coxinhas quase do tamanho de um ovo de galinha: - É por isso que é difícil encontrar piauiense gordinho! Este povo come muito pouco! Ou é a gente que come demais? rsrsrs
 Tudo LINDO!

 BELEZURA!

 Admirando ao máximo!!!

 Encotramos vários mocós

 Pinturas rupestres com aproximadamente 6 mil anos


Esqueci o nome desta, me ajude Curiólogo? Parece um mamute gigante.

 No portal dos desejos!

 Pegadas de onça!!! Ainda bem que não eram recentes, assim nos disse o Osiel (Curiólogo).

 Os três reis magos e uma chuvinha para refrescar

 O dedo de Deus

 O mapa do CEARÁ!!! Que legal! Passamos por ele.

 Uma princesa e um sapo ou é uma tartaruga dando uma bitoca?

 Outro mocó

 Um passarinho alimento o seu filhotinho

 A passagem do índio

 Do outro lado já não vimos um passarinho e sim uma patinha ou ganso.

 Osiel nos mostrou este piolho do mato e como ele consegue fazer armadilhas para pegar as suas presas: cavando um buraquinho em forma de funil.

 
 Esta caverna tem história! Aqui, moraram pai e filho. O Sr. Catirina, como era chamado, tinha um filho, Martinho, que sofria de epilépsia. "Naquela época", pessoas como Martinho sofriam muitos preconceitos e eram vistas como endemoniadas. O pai, querendo poupar o filho da ignorância do povo, resolveu morar longe da "civilização". Abaixo, podemos ver um pilão, o qual o pai utilizava para triturar plantas medicinais para o tratamento do filho.
 O sr. Catirina só deixou a sua "casa" na pequena caverna, quando seu filho faleceu com mais de 50 anos de idade. O que um pai não faz pelo seu filho, não? A gente sempre acha que tem alguma coisa não faremos nunca, até nascer um filho e mudar tudo.

 A casinha do sr. Catirina e seu filho Martinho.

Martinho foi enterrado ao lado da sua moradia solitária mas, com o amor infinito do seu pai.

 A casinha dos sete anões. Ela existe!

 
 Inscrições rupestres ao lado da casinha dos sete anões.

 A sétima cidade e outra caverna (do Pagé) com desenhos rupestres
 

 Mais outro mocó
 Apreciando o mocó

E para terminar
Este foi o nosso grande guia: Osiel (o Curiólogo). Osiel é muito dedicado ao parque, está sempre atento a tudo, não deixa nada interferir na natureza e a sua sabedoria vem da sua grande curiosidade em conhecer mais e mais o mundo e a natureza. Nos atendeu super bem, tirou dúvidas, procurou detalhes mínimos para nos mostrar, sua experiência nos deixou tranquilos e confiantes. Ponto positivo também para a sua infinita paciência com muuuitas perguntas e interferências do nosso filho, que a todo instante queria perguntar e falar mais e mais. Obrigada(o) Osiel Curiólogo! Um amigo que fizemos e que vamos manter contato!!!

Contato com Osiel e suas experiências:
(86)9466-3036
(86)9959-0616

Face: Curiologo Sete Cidades

2 comentários:

  1. Respostas
    1. Olá Sebastião! Fomos em 2013 e existia duas opções de trilhas, uma completa e outra não. Recomendo que entre em contato com o nosso guia na época: Osiel Monteiro mais conhecido como o Curiólogo. Face: https://www.facebook.com/osielmonteiro

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